A alienação

A alienação

terça-feira, 25 de junho de 2013

A jornalista da TV Folha Giuliana Vallone foi a encruzilhada dos protestos em SP - antes dela eram apenas os universitários "revolucionários" protestando e depredando, depois da imagem dela com o olho ensanguentado as redes sociais se sensibilizaram contra "a violência da polícia" e saíram as ruas.




No texto a seguir vou fazer uma análise dos acontecimentos no dia em que ela foi ferida e dos depoimentos que ela deu quando estava na cama do hospital, nesse depoimento existem pontos complicados que exigem uma análise mais detalhada.
Minha análise vai se basear na matéria feita pela TV Folha, um vídeo com montagens e comentários diversos, o conteúdo integral dessa matéria da TV Folha está em:

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/06/1296077-jamais-achei-que-ele-fosse-atirar-diz-reporter-da-folha-atingida-durante-protesto.shtml

Para poder mostrar o que pretendo mostrar vou editar esse vídeo e juntar o depoimentos da jornalista para que tenhamos uma sequência, e vou separar algumas outras partes que acho importante.





O que se nota por toda a narrativa da Giu, como ela é chamada pelos conhecidos que estavam lá entre os manifestantes, é que ela quer criminalizar a polícia e com os manifestantes violentos ela ameniza, não faz nenhuma observação crítica e muito menos condena a ação dos manifestantes violentos.

Ela começa a narrativa dizendo que já tinham mirado nela outras vezes (obs. não é que os policiais estavam "mirando nela"... os policiais caminham na rua com a arma em posição de tiro, e a mira vai passando pela cena, não nela especificamente, passa por ela, isso pode ser observado em uma das cenas do vídeo), ou seja, ela o tempo todo esteve em zona perigosa na frente dos policiais, quem viu todos os acontecimentos pela TV no dia 13/6 sabe que os manifestantes por todo o tempo hostilizavam a polícia, então, ela estava se arriscando, e é estranho ela vendo todo o ambiente de guerra achar que o policial não iria atirar, era o que eles estavam fazendo, não para acertar nela, mas para dispersar os manifestantes violentos.

Em seguida ela diz que a maior parte dos que estavam lá era "porque se identificavam com a causa"... a entonação da voz dela quando diz isso, o jeito que ela fala, é de quem - tambem se identifica com "a causa", e "a causa" dos encapuçados que lideravam o protesto não é o aumento das passagens, "a causa" é a "revolução" como iremos mostrar no final deste texto.
Em seguida ela diz que pessoas disseram que o transporte público é "um direito na democracia".
Não, essa opinião é errada, nada que tenha um custo pode ser um "direito".
Ter direito a livre expressão é um direito legítimo na democracia, mas, o estado dar transporte de graça, como o MPL quer (tarifa zero) isso não é um direito de forma alguma, pois se alguém vai andar de ônibus de graça outra pessoa vai estar pagando isso, pois o custo não vai deixar nunca de existir!

Em seguida ela diz que a maior parte não estava afim de violência, mas que existia um grupo que ia a frente e que estava puxando um confronto com a polícia.
Bom... isso foi o lugar comum sempre nos protestos!
Na frente sempre iam os encapuçados "revolucionários" dispostos a praticar toda sorte de violência, e atrás deles, dando força a eles, iam os demais, que sempre souberam a que tipo de gente estavam seguindo e dando força.
Por que os que não queriam violência iam atrás dos violentos?
Por que não se revoltaram contra eles e os expulsaram?
Por que não deixaram os violentos irem sozinhos?
... perguntas sem resposta.

Interessante o final... ela diz: "Assim como tinha polícia exagerando...." e para ai!
Ela não termina a frase!

Em seguida ela fala do ciclista, e diz que na quinta foi selvageria, sim foi, dos manifestantes.
O primeiro ato de selvageria documentado por fotos e vídeos foi praticado pelos encapuçados perto do Terminal Bandeiras quando eles atearam fogo em cones da CET. Dai para frente a polícia passou a reprimir. E a forma que as polícias de todo o mundo usam para reprimir turbas ensandecidas são as bombas de efeito moral e balas de borracha.
Ela condena essa ação da polícia... mas, não condena a ação dos manifestantes.
A polícia paulista acompanha a Parada Gay onde milhões estão se manifestando e não acontece violência!
Essa é a prova cabal de que não é a polícia a violenta.

A próxima narrativa dela é estarrecedora quanto a parcialidade dela!
O vídeo mostra os manifestantes atacando a polícia violentamente e a polícia recuando!
A jornalista diz que os policiais estavam jogando spray de pimenta na cara dos jornalistas... o vídeo não mostra isso! 
Ela está distorcendo a verdade...
Os policiais estavam sendo violentamente atacados e estavam se defendendo - e não faziam a menor idéia de quem ali era jornalista ou manifestante!
A narrativa é um absurdo de parcialidade..

E ela ainda diz que os polícias diziam - sai dai, sai dai, vão para o outro lado da rua!
Ou seja, a polícia pediu para os jornalistas saírem dali, mas, eles não obedeceram.
Ela tem a coragem de dizer q no meio da luta ela se pôs a frente do policial com celular na mão e mesmo o policial falando para ela sair ela continuou ali...
Eu não sei ... será que essa moça não tem bom senso?
Será que ela não tem capacidade de perceber que os polícias estão ali enfrentando gente violenta?
Ou será que essa jornalista estava querendo ser uma mártir?
Se for isso, ela conseguiu!

Na sua última narrativa ela diz que não tinha ninguém na rua!
Mas, ao mesmo tempo diz para uma mulher que estava perigoso ali e para ela entrar no estacionamento.
Ao mesmo tempo diz que "quando a gente estava subindo a Augusta deu de cara com o choque" ... a gente quem?
Ela estava subindo a rua junto dos manifestantes é claro.
Essa narrativa dela (sobre ela estar perto de um estacionamento na hora que ela foi ferida) bate com a do comandante, o que o comandante disse pode ser lido na íntegra no link abaixo:

http://www.correiodoestado.com.br/noticias/pm-que-atingiu-jornalista-da-folha-diz-que-tiro-era-contra-g_185147/

O comandante disse que ela estava no estacionamento e que o policial não atirou nela, atirou nos que estavam atacando a polícia, mas, a bala bateu no chão e foi em direção a jornalista e atingiu o olho dela.
Depois de tanto ir atrás do perigo ela foi ferida.

E esse acidente mudou os destinos dos protestos.

***

A seguir coloco duas outras partes da matéria da TV Folha.

Nesta um rapaz com equipamento na mão diz - "filha da puta.... a Giu levou um tiro no olho.".
Coloquei essa a título de informação para se ver como estava o clima no local.



Na outro o repórter da TV Folha entrevista um coronel da PM e pergunta sobre alguns policiais não estarem usando identificação, o coronel diz que isso não é correto, mas, aproveita e deixa o repórter constrangido (o repórter abaixa a cabeça para o lado = expressão de vergonha), o repórter até desvia o olhar, o coronel diz que a PM também esperaria que os manifestantes não escondessem o rosto!
É, quanto aos manifestantes a imprensa não dá importância...



***

Quem são os revolucionários encapuçados?


Vou colocar a seguir apenas uma pequena parte do vídeo da TV Folha onde aparece um dos "revolucionários" pichando a vitrine de uma loja.
E o que ele escreve?
Ele escreve o ódio marxista, ele escreve o ódio que ele aprendeu em sala de aula ensinado pelos "intelectuais" marxistas que infestam as universidades da área de humanas no Brasil:

MORTE AO CAPITALISMO


Esta ai estampado para quem quiser saber a verdade de o que move os encapuçados que sempre estão a frente nos protestos e que atacaram a polícia e depredaram a cidade - eles são socialistas, comunistas, anarquistas, todos eles universitários da área de humanas que sofreram lavagem cerebral em sala de aula e passaram a defender a "causa", a revolução marxista.
Estes universitários encapuçados não estão protestando, não estão pedindo melhor saúde, transporte ou educação... eles estão ali fazendo a revolução que Karl Marx ordenou aos comunistas para fazerem... por isso eles vão com bombas e outras armas, na ccbeça deles eles estão em uma revolução, numa guerra contra o "capitalismo", contra a "burguesia", e não em um protesto.

E para desgraça da humanidade, para desgraça do Brasil, a população brasileira ignora esse fato...


***








sexta-feira, 7 de junho de 2013

Por que as mesmas pessoas que querem proibir o cigarro e bebidas alcóolicas ao mesmo tempo querem liberar as drogas ?!


Por que existe essa clara contradição ?

Vamos demonstrar a seguir que apesar da evidente contradição existir ao observador - na intenção dos mentores dessas ações não existe contradição, todas elas fazem parte de uma mesma motivação.

Vejamos algumas coisas que os "progressistas" e os "liberais" defendem e criaram leis para obrigarem as pessoas a fazerem o que eles acham certo:

1. Proibir o cigarro.
2. Proibir bebidas alcóolicas.
3. Liberar o uso de cocaína, maconha, crack, ópio.


cigarro = proibir

bebida = proibir

drogas = liberar


Analisemos essas coisas.

1. Admitamos que os três comportamentos façam mal a saúde, então, neste caso nenhum deles deveria merecer nosso apoio ao consumo.

2. Vejamos agora o comportamento das pessoas para obterem o que querem consumir.
Não se tem notícia que filhos furtem coisas dos pais para venderem e com o dinheiro comprar cigarros, muitos menos temos notícia que pessoas cometam assaltos e assassinatos para terem dinheiro para comprar cigarros, o mesmo podemos dizer no caso de bebidas.
Também não temos notícia de fumantes que devido ao fumo ficaram desajustados mental e socialmente e cometeram suicídio.
Entretanto, os consumidores de drogas, devido ao efeito muito maior das drogas na cabeça do consumidor, e também devido ao efeito danoso que as drogas produzem no cérebro de seus consumidores, praticam desde o furto de dinheiro da carteira do pai até assaltos a mão armada para obterem dinheiro para comprar drogas.
A liberação do consumo de drogas não vai eliminar essa ação dos viciados... pois eles vão continuar a não ter dinheiro para comprar drogas!
Os consumidores de drogas muito deles se tornam desajustados sociais e terminam nas sarjetas prostrados sem condições de se locomoverem, isso não acontece com fumantes, muito menos acontece com um pai de família que vai com a esposa e filhos a um restaurante no sábado a noite jantar e tomar um vinho.

3. Comprovadamente existiram muitas pessoas que fumaram por toda a vida, viveram até 90 anos e nunca tiveram problemas de saúde ou de comportamento social.




As pessoas mostradas acima fumaram por toda a vida e nunca tiveram problemas de saúde ou se tornaram desajustados sociais

Entretanto, também comprovadamente, não temos conhecimento que viciados em maconha, crack ou cocaína tenham tido uma vida saudável, grande parte deles morrem jovens, como Cazuza, Raul Seixas, Chorão, Elvis, ou até mesmo se suicidam com overdoses.

Chorão, do Charlie Brown Jr

Em vista destes fatos a pergunta do título do texto nos vem espontaneamente, por que se as drogas são comprovadamente muito mais danosas aos indivíduos e a sociedade do que o cigarro ou até mesmo a bebida, tais "liberais" querem liberar as drogas e proibir o cigarro e a bebida ?!

Resposta: A motivação deles é a ideologia cega que tem dentro da cabeça, o marxismo.

O cigarro na cabeça doente dessa gente é uma tradição da "burguesia", na Inglaterra e por toda a Europa fumava-se muito nos meios sociais no século XIX e início do século XX, fumar fazia parte da vida das pessoas, isto foi interpretado pelos teóricos do marxismo "cultural" como sendo comportamento da  "burguesia", alem disso, o cigarro é fabricado por grandes empresas "capitalistas" que os "progressistas" odeiam e desejam destruir, por essas razões o marxismo "cultural" com sua estratégia subversiva camuflada criou gradativamente ao longo dos últimos 50 anos, dentre outras muitas "lutas", a "luta contra o fumo", a qual, conseguiu na atualidade se institucionalizar.

No caso da bebida, o marxismo "cultural" não se preocupa com a saúde do "proletário" que quase todos os dias está no bar da esquina tomando pinga ou cerveja.

 Com estes o marxismo "cultural" não se preocupa

O marxismo "cultural" se preocupa com a "família burguesa" que tem condições de ir de carro no sábado a noite a um restaurante para jantar, e lá, poder tomar uma cerveja ou um vinho, coisa que faz a séculos, mas agora, não pode mais fazer, pois poderá ser preso na próxima esquina ao voltar para casa dirigindo seu carro se tomar uma única taça de vinho!
Este foi o objetivo do marxismo "cultural", ferrar com essa família "burguesa".

O marxismo "cultural" quer ferrar é com estes "burgueses"

No caso das drogas os mentores do marxismo "cultural" não se preocupam com a venda de drogas nas favelas, lá ela é praticamente livre e ninguém é preso, eles se preocupam em facilitar as coisas para eles próprios, que em sua maioria são viciados em drogas, e se preocupam em facilitar o consumo de drogas aos filhos da "família burguesa" para que eles não corram o risco de serem presos, com isso o marxismo "cultural" espera trazer o caos no seio da família "burguesa" levando a desgraça das drogas cada vez mais para dentro dela, e desta forma espera conseguir um de seus objetivos principais - a destruição da família centrada na moral judaico-cristã, que segundo eles é um dos pilares da sociedade ocidental que evitaram que o socialismo marxista fosse implantado no ocidente.

Adolescentes de classe média são os para quem 
o marxismo "cultural" quer liberar as drogas

É devido a isso, é devido a essa loucura, a essa demência ideológica criada pelos "intelectuais" marxistas que existe essa situação aparentemente contraditória e absurda.

A ralé da humanidade, os "intelectuais" marxistas, com a cabeça dominada pelos dogmas do socialismo, querem com isso e com muitas outras estratégias semelhantes, destruir a sociedade ocidental, com isso, eles esperam que o socialismo marxista seja implantado em todo o mundo ocidental.


As supostas "despesas para o estado".

Os que defendem o "combate contra o tabaco" frequentemente alegam que os fumantes ficam doentes e dão despesa para o estado.
Isto não é verdade.
Grande parte dos fumantes tem plano médico particular, ou através da empresa em que trabalham ou pagando por conta própria, portanto, não vão precisar do estado para se tratar.
E o mais importante, todo fumante, tanto o que tem plano médico particular como o que não tem - pagam exorbitantes impostos cada vez que compram um maço de cigarros!
Setenta e cinco por cento (75%) do preço do maço de cigarros é imposto.
Em um maço de cigarros que custe 6 reais, 4,50 reais são impostos, se fizermos as contas para um fumante que fume um maço por dia em um ano ele paga de impostos 1.642,60 reais, se ele até ficar doente demorar 20 anos, ele pagará de impostos a importância de 32.850,00 reais!
Portanto, todo fumante PAGA ADIANTADO ao estado a sua suposta despesa extra, e se não ficar doente, como acontece na maioria dos casos, esse dinheiro todo fica para o corrupto estado sem ele gastar nada.
Portanto, essa alegação é uma mentira inventada pelos inúteis que sem nada de melhor para fazerem na vida transformaram a "luta contra o tabaco" na razão de suas inúteis vidas.


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Assunto relacionado:

Marxismo cultural
http://marxismocultural.blogspot.com/


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