A alienação

A alienação

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Por que a palavra "raça" pode ser usada sem problemas para identificar cachorros, gatos, cavalos, bois, chimpanzés, leões, lobos, etc, e para o ser humano seu uso foi intencionalmente abandonado ?


No texto a seguir vamos fazer argumentações para demonstrar as razões disso e também vamos fornecer algumas informações a respeito do assunto.

Observação importante:  Este texto não tem nenhuma intenção racista ou preconceituosa de qualquer tipo, este texto tem a única intenção de demonstrar a ideologia por trás do intencional abandono do uso da palavra "raça" para uso com o ser humano.

A primeira manifestação oficial contra o uso da palavra "raça" partiu da UNESCO em 1950.

A DECLARAÇÃO DAS RAÇAS DA UNESCO (18 DE JULHO DE 1950)

http://unesdoc.unesco.org/images/0012/001282/128291eo.pdf

A motivação da UNESCO foram os acontecimentos na Segunda Guerra Mundial onde os nazistas alemães praticaram o holocausto contra os judeus.

Sendo assim, fica bem claro que a ação da UNESCO não teve base científica, sua intenção foi política.

Os que idealizaram a declaração da UNESCO tinham a esperança que erradicando o uso da palavra "raça" do vocabulário de todos os povos  eles evitariam novos holocaustos no mundo.
É claro que tal intenção é uma boa intenção, mas, totalmente inútil, uma vez que o que aconteceu na Segunda Guerra não teve como causa uma palavra...
Recentemente o presidente do Irã afirmou que seu país iria "varrer o Estado de Israel da face da terra"..  evidentemente, essa ameaça não é por causa da palavra 'raça".
As causas dessa ameaça, bem como as razões reais de Hitler contra os judeus, são políticas e econômicas.
Na Alemanha de Hitler os judeus eram os mais ricos e detinham grande poder econômico, por isso Hitler os escolheu como vítimas, a "raça" foi apenas um pretexto, se não existisse a palavra "raça" no vocabulário, mesmo assim, os judeus como povo diferenciado dos demais nas suas características antropológicas e culturais continuariam a existir,  e como essa raça, ou povo, ou população, ou etnia, produz pessoas que em geral se sobressaem na sociedade em diversas atividades, em especial na econômica, outro pretexto seria inventado contra eles para massacra-los e rouba-los.
Existiam dezenas de outros povos na Alemanha nazista, entretanto Hitler não se preocupou com eles, se preocupou apenas com os judeus, por eles eram ricos e tinham poder, os nazistas se apossaram da maior parte dos bens dos judeus dentro da Alemanha.

Outro fato é que eliminar o uso da palavra "raça" para humanos não vai eliminar o nacionalismo que existe no íntimo dos seres humanos.
Por que os gaúchos torcem para times de futebol gaúchos em vez de torcerem para times cariocas ou vice-versa?
Por que quando a seleção brasileira vai jogar em Minas Gerais os torcedores gritam para que jogadores mineiros sejam escalados mesmo sendo evidente que tais jogadores não são melhores dos que estão em campo?
A razão é o amor a pátria, nacionalismo.

Karl Marx estava redondamente errado quando disse no Manifesto Comunista de 1848 que "os proletários não tem pátria"... tem sim, e refutaram  Karl Marx em 1917 quando da Primeira Guerra Mundial se alistaram cada um na sua respectiva nação e deixaram desolados os "intelectuais" marxistas que esperavam que as previsões do "mestre" iriam se realizar.
Mas, essa almejada "união" dos proletários para a conquista do poder mundial por essa suposta classe através da revolução "do proletariado" ainda perdura no marxismo, e foram "intelectuais" marxistas, como Levi-Strauss, que estiveram por trás da inútil intenção da UNESCO.

A intenção maior por trás da ação intencional de erradicar a palavra "raça", e que se junta a outras semelhantes, é criar uma utópica identidade única entre humanos e com isso, esperam os "intelectuais" marxistas, facilitar a ação revolucionária socialista  contra a "burguesia", e com isso, esperam eles, que a frase final do Manifesto Comunista: "Proletários de todo o mundo, uni-vos"" ... se torne realidade.
Para que esse dogma seja implantado na humanidade os "intelectuais" marxistas depois da decepção da Primeira Guerra Mundial passaram a executar diversas estratégias, dentre elas a de disseminar nas escolas e na midia que as diferenças entre humanos (raças) tiveram origem em fatores culturais.

Hindus e Vietnamitas

Estes dois povos possuem diferenças marcantes, 
que os identificam de forma única.
Tais diferenças de forma alguma significam que um é melhor que o outro, estas características significam apenas que eles são diferentes em diversos aspectos antropológicos.
E tais diferenças, jamais tiveram origem em fatores culturais ou sociais, tais diferenças surgiram devido a seleção natural e tem base genética.

Da mesma forma que existem raças diferentes entre humanos
também existem raças diferentes entre os gatos e demais mamíferos.
O que determina que um gato seja da forma que é o seu código genético.


Vamos colocar a seguir partes do texto que está na Wikipédia sobre "raça humana", como a Wikipédia foi dominada por "intelectuais" politicamente corretos, filhos do marxismo "cultural", vamos ter um bom exemplo do que pensam essas alienadas cabeças.
Ao final do texto iremos comentar os trechos em negrito.


Wikipédia

Raça humana
Conceito
Concepções de raça (em taxonomia, raça é o mesmo que subespécie).
A controvérsia, finalmente, gira em torno da questão de se as raças são ou não tipos naturais ou socialmente construídos, e o grau no qual diferenças observadas em capacidade e realizações, categorizadas em bases raciais, são um produto de fatores herdados (isto é, genéticos) ou de fatores ambientais, sociais e culturais.

Alguns argumentam que embora "raça" seja um conceito taxonômico válido em outras espécies, não pode ser aplicada a humanos.
Muitos cientistas têm argumentado que definições de raça são imprecisas, arbitrárias, oriundas do costume, possuem muitas exceções, têm muitas gradações e que o número de raças descritas varia de acordo com a cultura que está fazendo as diferenciações raciais; assim, rejeitaram a noção de que qualquer definição de raça pertinente a humanos possa ter rigor taxonômico e validade.

Hoje em dia, a maioria dos cientistas estudam as variações genotípicas e fenotípicas humanas usando conceitos tais como "população" e "gradação clinal".

Muitos antropólogos debatem se enquanto os aspectos nos quais as caracterizações raciais são feitas podem ser baseados em fatores genéticos, a idéia de raça em si, e a divisão real de pessoas em grupos de características hereditárias selecionadas, seriam construções sociais.

Histórico
Ainda que no passado os homens, sensíveis às diferenças visíveis entre os seres humanos os tenham classificado em grupos usando essencialmente a divisão por cor da pele, a noção de "raça", entendida em termos biológicos, é bastante tardia.
Pertence a um período inicial da ciência moderna e deriva da prática de classificação em espécies e subespécies, que inicialmente só era aplicada a vegetais e animais.
É somente no século XIX que se começa a falar de raças dentro da espécie humana.

....

Na segunda metade do século XX, esta ideia foi pouco a pouco sendo abandonada sob três influências:
ambiguidade do termo e ausência de base científica (demonstradas graças ao avanço da biologia e da genética);
papel desempenhado por estas ideias nos quinze anos do regime nazista;
obras de Claude Lévi-Strauss e Franz Boas, os quais transformaram a antropologia e lançaram luz sobre os fenômenos do etnocentrismo inerentes à toda cultura.

Em meados dos anos 1950, a UNESCO recomendou que o conceito de "raça humana", não-científico e que levava à confusão, fosse substituído por grupos étnicos, o qual insiste fortemente nas dimensões culturais dentro da população humana (língua, religião, costumes, hábitos etc).

Todavia, as tentativas racistas persistem, como bem o demonstram os recentes debates sobre a publicação de "The Bell Curve" (1994), de Richard Herrnstein e Charles Murray, que afirmam ter estabelecido uma correlação científica entre "raça" (no caso, negros e brancos) e inteligência.

Estes preconceitos racistas também são encontrados entre certos partidários da sociobiologia, que visam demonstrar a origem genética dos comportamentos sociais e dentro da nova direita francesa.

Hoje em dia, o termo continua a alimentar debates "à volta" da biologia, embora a maioria dos cientistas prefiram o conceito de população para qualificar um grupo humano, seja ele qual for.
Também tende a desaparecer de outras ciências, como antropologia e etnologia, a favor da noção predominantemente cultural de grupo étnico.

Se falará, assim, de populações geográficas em biologia e diferenças entre culturas em antropologia e etnologia.
O conceito de raça não possui hoje, 2007, nenhuma utilidade no que toca à humanidade.
No entanto, continua a ser empregado no mundo anglo-saxão e não desapareceu completamente do texto legislativo francês.
Isto põe em questão o fenômeno da "raça" enquanto construção social, problema que está no âmago dos race studies feitos nos Estados Unidos (estudos relacionados às críticas ao pós-colonialismo) e aos gender studies (que estudam o gênero como uma construção social).

Considerações linguísticas

A expressão em inglês "the human race" é por vezes traduzida como "a raça humana" nas obras em português.
Isso é um contrasenso.
A tradução correta desse falso cognato seria "A espécie humana" ou então "O gênero humano": não existe nenhuma espécie conhecida que se desdobre em raças, uma delas sendo a humana.


Em Le racisme expliqué à ma fille Tahar Ben Jelloun escreveu:
A palavra "raça" não deve ser utilizada para dizer que existe diversidade humana.
A palavra "raça" não tem base científica.
Ela foi usada para exagerar os efeitos das diferenças aparentes, ou seja, físicas.
Não se pode basear nas diferenças físicas -- a cor da pele, o tamanho, os traços do rosto -- para dividir a humanidade de maneira hierárquica, ou seja, considerando que existem homens superiores em relação a outros homens, que seriam postos em uma classe inferior.
Eu te proponho não mais utilizar a palavra "raça".


Isso estaria de acordo com a proposta feita pela UNESCO logo após a Segunda Guerra Mundial de utilizar o termo por "grupo étnico", mais adequado cientificamente e que inclui os componentes culturais, em substituição ao termo vago e confuso "raça", que não tem definição precisa.

Desde as origens, a noção de "raça" servia para definir o estrangeiro, o outro, diferente e inferior, que pode ser por isso maltratado sem mais consequências.
O questionamento da noção de "raça humana", pretensamente científica porque se apoiaria em classificações anteriormente instauradas para as espécies vivas, veio tardiamente.
Recorrer a este termo para os humanos sempre esteve ligado a questões políticas, com utilização dominadora.

....

Levi-Strauss afirma que se os grupos humanos se distinguem, e para tanto que precisem ser distinguidos, é unicamente em termos culturais.
De fato, é unicamente pela cultura que os grupos humanos ou sociedades se dividem e se diferenciam; e não segundo a natureza que seria a biologia.

....

Os etnólogos estimam que, postas de lado as supostas diferenças genéticas e fenotípicas, as populações humanas são principalmente diferenciadas pelos seus usos e costumes, que são transmitidos de geração em geração.
A espécie humana se caracteriza então por uma forte dimensão cultural.
É por isso que o conceito de etnia é hoje em dia preferido ao conceito de raça em etnologia.
As diferenças culturais permitem definir um grande número de etnias.
As noções de nação assim como de comunidade religiosa se abstraem da noção de raça e de etnia: o que conta para defini-las é muito menos o que seus membros são, e muito mais o que eles desejam em comum.

Para R. Barbaud, a "diversidade cultural pode então ser tomada como um componente natural da biodiversidade, como o resultado final de nossa própria evolução.
Ela tem, por este ponto de vista, a mesma função da biodiversidade para as outras espécies".
A diversidade humana é portanto genética, com suas conseqüências fenotípicas, mas também culturais.
E faz-se importante distinguir bem os dois domínios para não recriar, mesmo involuntariamente, os discursos racistas e não científicos.

Nessa ótica, as diferenças culturais aparecem como mais importantes, já que elas podem até mesmo modificar os traços físicos (os pés pequenos das chinesas ou as mulheres girafa da África são exemplos de modificações culturais dos traços físicos) e participam na dinâmica do grupo.
Um dos elementos da questão é saber se um isolamento geográfico ou cultural pode levar à seleção de genes específicos, e assim saber se um povo ou etnia pode constituir uma raça.

....

Na prática, a duração de uma sociedade (e consequentemente de uma cultura) humana parece, com efeito, bastante curta em relação ao tempo que seria necessário à separação de características físicas.
No ser humano, o impacto da cultura não parece assim ser suficientemente grande para explicar uma diferenciação entre raças.

...


Comentários:

Esse texto da Wikipédia não é como deveria ser, sobre "Raça Humana", o texto é sobre "racismo" e tenta de variadas e repetidas formas mostrar como o racismo é algo ruim, os autores da Wikipédia se preocupam em demonstrar com diversos depoimentos e postulações supostamente científicas que "raça humana" não existe.

Uma grande ênfase é dada para provar que as diferenças entre humanos são causadas por "fatores culturais", essa é a maior preocupação do marxismo "cultural", isso se explica no fato de que para o marxismo tudo que existe na sociedade atual foi imposto culturalmente pela "burguesia".
Para o marxismo as "etnias" ou "populações" (raças humanas) são constituídas por fatores culturais e não geneticamente por seleção natural, e é esta a maior preocupação comprobatória do texto na Wikipédia.

O texto da Wikipédia não se preocupa em explicar o que o título do verbete anuncia - "Raça Humana", ele se preocupa unicamente em dizer que tal coisa não existe.

Essa posição, evidentemente, não tem absolutamente nada de cientifica, é totalmente ideológica, é a vontade de condenar um conceito, o de "raça", e de realçar a "verdade" dos novos conceitos criados de "população" e "etnia".

Essa é uma das mais usadas técnicas do marxismo "cultural", isso tem o nome de  "desconstrucionismo".
Essa técnica de manipulação foi inventada pelo francês Jacques Derrida, um "intelectual" marxista, e tem por finalidade "desconstruir" o sentido de um texto, nessa "desconstrução" o sentido do texto é mudado para ter outro sentido que se adeque as pretensões dogmáticas e ideológicas do marxismo.
Por exemplo, o marxismo "cultural", usando o "desconstrucionismo", mudou o significado do livro "Lusiadas" de Camões de "épico" para "maxista e imperialista".

Esse texto da Wikipédia é excelente para análise pois nele encontramos todos os argumentos usados pelos politicamente corretos para justificar o não uso da palavra "raça" para humanos.

Etíopes e Japoneses
As diferenças que existem entre eles seriam apenas por fatores culturais?


Vamos agora fazer comentários sobre as partes do texto da Wikipédia que colocamos em negrito.

"(em taxonomia, raça é o mesmo que subespécie)."

Na própria Wijipédia existe o verbete "ser humano' e na "Classificação científica" do verbete encontramos no final o seguinte:

Espécie:  Homo Sapiens
Subespécie:  Homo Sapiens Sapiens.

Porém, "homo sapiens" não existe mais, se refere ao "Homo Sapiens Archaic" que foi o homo anterior ao "sapiens sapiens" e desapareceu a milhares de anos atrás. [1]
Em vista disso, o Homo Sapiens Sapiens não é uma subespécie, é uma espécie que evolui da anterior, o Homo Sapiens Archaic.
O ser humano não pode pertencer a uma espécie que não existe mais!

Então, como a Wikipédia pode dizer que o "ser humano" pertence a espécie "Homo Sapiens" se essa espécie não existe mais?
É algo sem fundamento.
O ser humano pertence a espécie Homo Sapiens Sapiens e dentro dessa espécie existem várias diferenciações que podemos chamar de "raças" ou de "subespécies".


"socialmente construídos" ....
"são um produto de fatores herdados (isto é, genéticos) ou de fatores ambientais, sociais e culturais."


Como já foi dito acima o marxismo quer por toda lei fazer com que as "raças" sejam entendidas como produção cultural.
Entretanto, isso é algo sem sentido, uma vez que dizer que os olhos puxados e a baixa estatura dos japoneses sejam devido a fatores culturais é um absurdo!
Desta forma, toda a celeuma em torno do assunto é uma tolice, algo sem sentido que apenas a alienação ideológica poderia produzir.

"não pode ser aplicada a humanos.
Muitos cientistas têm argumentado que definições de raça são imprecisas,"


"não pode", ou seja, é colocado no imperativo, não pode porque não querem.
Definições de raças não são imprecisas, é só olhar para um pigmeu e para um tibetano para dissipar as imprecisões.

 Pigmeus e Tibetanos

"rejeitaram a noção de que qualquer definição de raça pertinente a humanos possa ter rigor taxonômico e validade.

Podem rejeitar a vontade mas se colocarmos um esquimó e um banto africano lado a lado apenas a visão dos dois seres humanos irá refuta-los!

Bantos e Esquimós

"usando conceitos tais como "população" e "gradação clinal"."

Sim, mudaram as palavras, mas, não conseguem mudar a realidade, podemos ver a realidade quando colocamos um aborigene ao lado de um italiano.

Aborígenes e Italianos

"Muitos antropólogos debatem se enquanto os aspectos nos quais as caracterizações raciais são feitas podem ser baseados em fatores genéticos, a idéia de raça em si, e a divisão real de pessoas em grupos de características hereditárias selecionadas, seriam construções sociais."

O difícil é explicar porque grande parte dos alemães tem cabelos loiros e entre os japoneses não existem loiros, e atribuir este fato a fatores sociais e não a fatores genéticos!

"Na segunda metade do século XX, esta ideia foi pouco a pouco sendo abandonada sob três influências:
ambiguidade do termo e ausência de base científica
papel desempenhado por estas ideias nos quinze anos do regime nazista;"


Não existe ausência de base cientifica, é só analisar o DNA de um esquimó e de um aborigene que existem diferenças entre os genes.
A sequência do DNA é a mesma para todos os humanos mas os genes não são iguais para todos os humanos, nos aborigenes determinados genes são diferentes do dos esquimós.
Isso de forma alguma quer dizer que um é superior ao outro, quer dizer apenas que são diferentes geneticamente.

"Em meados dos anos 1950, a UNESCO recomendou que o conceito de "raça humana", não-científico e que levava à confusão, fosse substituído por grupos étnicos, o qual insiste fortemente nas dimensões culturais dentro da população humana (língua, religião, costumes, hábitos etc)."

Essa ação da UNESCO foi unicamente política, uma vez que em 1950 não existiam estudos sobre o DNA.
A UNESCO não se baseou em nenhum estudo científico para afirmar que o conceito era "não-científico", portanto, essa afirmação da UNESCO não tem validade científica.
Como já dissemos, não tem fundamento afirmar que os olhos puxados dos japoneses tem origem social ou na religião, ou na língua, isso está dentro do DNA dos japoneses.

"embora a maioria dos cientistas prefiram o conceito de população para qualificar um grupo humano,"
"a favor da noção predominantemente cultural de grupo étnico."


Eles preferem por razões ideológicas, alem disso, os japoneses ou os esquimós não são um "grupo humano", eles fazem parte de uma nação inteira com características únicas.

"O conceito de raça não possui hoje, 2007, nenhuma utilidade no que toca à humanidade."

Os que dizem que raça não existe podem até dizer isso também, mas, dentro da humanidade existem os judeus, árabes, turcos, hindus, portugueses, bolivianos, índios brasileiros, sul-africanos, etc, e tais nações se identificam consigo mesmas como "raça", como tendo origem de um mesmo povo com características próprias e únicas.
Esse fato pode não possuir "nenhuma utilidade", mas, a importância desse fato para a humanidade continua existindo e é muito forte, chama-se "amor a pátria".
Marxistas se revoltam contra isso porque o "mestre" disse que "os proletários não tem pátria", porém, os proletários já provaram dezenas de vezes que Marx estava errado, infelizmente para a humanidade os marxistas transformaram as palavras de Marx em dogmas imutáveis e permanecem em sua cega crença de que não existe pátria e consequentemente não existe raça.
Porém, a realidade já os refutou e continuará a refutar.

"A expressão em inglês "the human race" é por vezes traduzida como "a raça humana" nas obras em português.
Isso é um contrasenso.
A tradução correta desse falso cognato seria "A espécie humana" ou então "O gênero humano": não existe nenhuma espécie conhecida que se desdobre em raças, uma delas sendo a humana."


Marxistas são uma raça arrogante.
Tem a coragem de dizer que a tradução do inglês "the human race" para "a raça humana" é um contrasenso!
E em seguida põem a tradução "correta" - "a espécie humana" ou "o gênero humano", ou seja, para eles a palavra inglesa "race" não quer dizer "raça" quer dizer "espécie" ou "gênero"!
Isso nem contra senso é, é demência.
Esse parágrafo do texto da Wijipédia nos mostra claramente com que tipo de mente demente estamos lidando.

"A palavra "raça" não deve ser utilizada para dizer que existe diversidade humana.
A palavra "raça" não tem base científica.
Ela foi usada para exagerar os efeitos das diferenças aparentes, ou seja, físicas.
Não se pode basear nas diferenças físicas -- a cor da pele, o tamanho, os traços do rosto -- para dividir a humanidade de maneira hierárquica, ou seja, considerando que existem homens superiores em relação a outros homens, que seriam postos em uma classe inferior.
Eu te proponho não mais utilizar a palavra "raça"."


Outro exemplo de ausência de realidade, de demência ideológica.
Jamais, em momento algum, o conceito de "raça" teve finalidade hierárquica.
Isso apenas loucos como os que afirmam isso pensam, os lúcidos do mundo jamais pensaram isso.
O conceito de raça exprime as diferenças antropológicas que existem entre humanos, entre orangotangos, entre cachorros, entre galinhas, as diferenças que existem dentro das espécies, e nada mais.

Todos os alemães são inteligentes e talentosos?
- Não, existem muitos alemães que tem pouca inteliêencia e não possuem talento especial algum.
Todos os japoneses são talentosos e inteligentes?
- Não, não são.
Esta é uma prova empírica que não existem raças melhores que as outras, o que podem existir são indivíduos talentosos e inteligentes, e estes podem aparecer em qualquer raça.


 Duas raças de Orangotangos

Duas raças de cachorros
O fato de existirem essas duas raças dentro da espécie "cachorro"
de forma alguma significa que uma raça é melhor que a outra

Duas raças de galinhas

"Trata-se de um documento redigido em dezembro de 1949 por um grupo internacional de pesquisadores que repudia à noção de raça e afirma a unidade fundamental da humanidade."
"Levi-Strauss afirma que se os grupos humanos se distinguem, e para tanto que precisem ser distinguidos, é unicamente em termos culturais.
De fato, é unicamente pela cultura que os grupos humanos ou sociedades se dividem e se diferenciam; e não segundo a natureza que seria a biologia."


É importante esclarecer que Levi-Straus foi um marxista e teve o socialismo como condutor de suas ações pela vida.
Desta forma, como o marxismo existe fora da realidade e quer mudar o mundo a sua moda, e para isso usa de todas as armas possíveis sejam elas decentes ou não, temos que tudo que Levi-Straus disse sobre o assunto não tem base na justiça, na verdade, na ciência, tem base apenas na sua ideologia cega.

"Os etnólogos estimam que, postas de lado as supostas diferenças genéticas e fenotípicas,"

Como assim "postas de lado"?
Não não... nada disso, não se pode "por de lado" as "supostas" diferenças genéticas, elas existem e são claras, por exemplo no fato de japoneses não terem cabelo loiro, terem baixa estatura, terem jeito de andar diferente, e se um japonês engravidar uma brasileira o filho com toda certeza vai nascer com características do japonês e da brasileira, e isso, é claro, é por causa de fatores genéticos.

"A espécie humana se caracteriza então por uma forte dimensão cultural."

Sim, mas isso nada tem a ver com as raças.

"As noções de nação assim como de comunidade religiosa se abstraem da noção de raça e de etnia: o que conta para defini-las é muito menos o que seus membros são, e muito mais o que eles desejam em comum."

Essa é uma técnica também comum no marxismo, colocar "verdades" para comprovar uma mentira.
Vejam o que foi dito e notem a má fé embutida.

Está referenciando (assim como) "nação" com "religião" como se fossem coisas idênticas para com isso tirar conclusões "verdadeiras".
Porém estas duas coisas não podem ser usadas da forma que foram, pois uma "nação" contém religiões mas religiões não contem nações.
A nação Brasil contém católicos e espiritas, mas a religião católica não contém a nação brasileira.
Então, os de mesma religião querem igualmente a mesma coisa, mas, os de uma mesma nação não querem por exemplo a mesma religião.
A premissa usada é falsa.
Dentro de uma nação, por exemplo o Japão, os japoneses jamais deixarão de afirmar que são japoneses, mas, nem todos os japoneses dirão que são budistas, existem aqueles que não são budistas.
O conceito de nação é superior ao conceito religião.
A argumentação da Wikipédia e falsa e usa de má fé.

"A diversidade humana é portanto genética, com suas conseqüências fenotípicas, mas também culturais.
E faz-se importante distinguir bem os dois domínios para não recriar, mesmo involuntariamente, os discursos racistas e não científicos."
"Na prática, a duração de uma sociedade (e consequentemente de uma cultura) humana parece, com efeito, bastante curta em relação ao tempo que seria necessário à separação de características físicas.
No ser humano, o impacto da cultura não parece assim ser suficientemente grande para explicar uma diferenciação entre raças."


Esse trecho mostra uma outra característica da Wikipédia.
Esse texto não foi escrito pela mesma pessoa, ou tipo de pessoa, que escreveram os parágrafos anteriores a ele.
A pessoa que escreveu o texto tem uma compreensão diferente das coisas, este texto provavelmente será deletado quando os censores que mandam na Wikipédia o perceberem.


Referência:


1. 
Early Modern Homo sapiens
http://anthro.palomar.edu/homo2/mod_homo_4.htm
archaic Homo sapiens science definition
http://science.yourdictionary.com/archaic-homo-sapiens



Conclusão

As raças humanas existem da mesma forma que existem raças nas espécies de orangotangos, gorilas, chimpanzés, cachorros, gatos, etc.
É evidente que os chineses pertencem a uma raça diferente dos espanhóis, ambos são humanos, tem o mesmo DNA, mas, não tem genes iguais.
Os chineses não são uma "população" como querem os que querem acabar com a palavra "raça", os chineses são uma nação com característica únicas que os diferenciam em vários pontos dos demais seres humanos, o cão pastor alemão, da mesma forma que continua sendo cachorro, é diferente da raça Golden, que também é cachorro, e isso é uma coisa óbvia que nenhuma ideologia ira conseguir mudar.

A única intenção deste texto é mostrar que existe essa ação ideológica falsa por trás da intenção de abandonar o uso do conceito de "raça" para os seres humanos.




***



sábado, 13 de julho de 2013

Por que as "classes intelectualizadas" detestam a polícia e os empresários ?


Artigo na Folha

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/07/1310240-opiniao-surto-social.shtml

O artigo é grande, vou colocar apenas a parte que vou comentar.


12/07/2013 - 18h35
Opinião: Surto social
JUDITH BRITO

....

Ajudou o comportamento inicial equivocadamente repressor das forças policiais, que rapidamente transformou os manifestantes em vítimas.
Nas redes sociais das camadas mais escolarizadas, polícia dificilmente é bem vista (assim como governos, empresários e quem quer que detenha poder).

........

JUDITH BRITO é diretora-superintendente da Empresa Folha da Manhã S.A., que edita a Folha


Comentário

Notem que quem está afirmando isso é a diretora de um dos maiores jornais do país.
Ela tem essa opinião.
Tenho isso como um absurdo, uma estupidez.
Com certeza essa diretora e todos os demais "intelectualizados", quando estão em perigo, quando estão ameaçados, a primeira coisa que fazem é chamar a polícia para salva-los.

São os policiais que arriscam a vida para salvar pessoas... como podem os "intelectualizados" não gostarem deles?!

Os policiais não foram "repressores" como foi dito, eles apenas tentaram impedir que a ordem pública fosse violada, que instituições fossem depredadas, como foram nos dias subsequentes quando a polícia não atuou mais e deixou os "revolucionários" cometerem toda a sua violência contra estabelecimentos públicos e privados, a maior prova disso foi a depredação da ALERJ no Rio, do Itamaraty em Brasília e da Prefeitura de São Paulo.
Os policiais quando dispersaram os manifestantes usaram para isso os mesmos meios que são usados por todas as polícias do mundo civilizado para reprimir bandos violentos.
Por exemplo, o EUA é a mais democrática e livre nação do mundo, onde manifestações são livres para serem feitas, porém, não temos notícia de que manifestantes interromperam o trânsito na Quinta Avenida em Nova York, nem tivemos notícia que manifestantes depredaram a prefeitura de Nova York... eles nem tentam porque a polícia agirá duramente com eles, pois neste caso eles não estão mais se manifestando democraticamente, estarão cometendo um crime contra os demais e contra a nação.
Aqui no Brasil, os "intelectualizados" apoiam a depredação de instituições e a interrupção do trânsito em grandes avenidas... porque não permitem que a polícia possa agir contra eles.

Por que os "intelectualizados" defendem manifestantes violentos e depredadores e não querem que a polícia faça nenhuma ação contra eles?

E a diretora ainda estende a aversão dos "intelectualizados" a empresários!
Mas, que mal fazem a sociedade os empresários?!
Que coisa absurda isso!
São os empresários que fizeram tudo que ela usa no seu jornal!
Se não fosse a ação empreendedora dos empresários ela não existiria como diretora de um jornal, porque não existiriam as máquinas e os computadores que ela usa no seu jornal.

Por que os "intelectualizados" não gostam  de empresários?


Policial e empresário - vítimas do ódio dos intelectualiuzados
Este ódio é a maior estupidez que o progresso econômico originou na alienada "classe intelectualizada" na humanidade atual


A resposta é, não gostam porque são gente que devido a fraqueza mental que possuem tiveram a mente corrompida pela lavagem cerebral aplicada neles em sala de aula da faculdade pelos "intelectuais" marxistas.

Os "intelectuais" marxistas que enfiaram esse ódio contra a polícia e contra empresários na cabeça dos "intelectualizados" tem motivos para isso... pois é a polícia que impede que eles imponham o caos revolucionário na sociedade, e são os empresários os que eles invejam pelo sucesso que a sociedade atribui a eles ao mesmo tempo que a sociedade não dá nenhum valor aos "intelectuais" marxistas e sua ideologia.
Por isso os "intelectuais" odeiam os empresários e a sociedade livre democrática liberal que premia os competentes e não a eles, que nada produzem alem de palavras estúpidas.
Estas são as razões da maledicência contra policiais e empresários.

Mas, os "intelectualizados" não deveriam ter esse ódio contra a polícia e empresários, pois usam os serviços de ambos em todas as coisas que fazem.
O Facebook que eles tanto gostam, só existe porque os empresários criaram a tecnologia e fabricaram os equipamentos para que isso existisse.
Os "intelectualizados" só podem ficar tranquilos em suas casas usando o Facebook porque os policiais estão lá fora nas ruas garantindo essa tranquilidade.


Temos ai um absurdo.
Esse atitude das "classes intelectualizadas" é uma estupidez.

E é essa estupidez que domina em grande parcela da sociedade atual, uma sociedade "intelectualizada" alienada que não percebe que apoia uma ideologia que irá destrui-la se um dia tomar o poder total!


PS. Sem dúvida alguma existem policiais e empresários que cometem crimes, que são corruptos, mas isso não é uma característica da polícia ou de empresas, essa é uma característica do ser humano.
Não existem médicos corruptos?
Existem operarios que roubam coisas na empresa que trabalham?
Não existem advogados associados a bandidos?
Não existem jornalistas corruptos que aceitam dinheiro para promover pessoas?
Não existem pastores evangélicos corruptos?
Não existem padres pedófilos?
Existem.
Em todas as atividades humanas existem humanos que praticam crimes.
Mas, seria sem fundamento algum condenar toda a categoria peloss crimes de alguns dentro dela.
Apenas aqueles movidos por ideologia cometem essa maledicência em nome da "causa".



***




quarta-feira, 3 de julho de 2013

Protestos no Brasil - Uma explicação para quem não consegue entender as causas e os acontecimentos dos protestos que aconteceram no Brasil


Depois de passada a tempestade, já tendo lido muitos comentários e analises, depois de analisar os acontecimentos, chego a conclusão que ninguém consegue entender o que aconteceu nos recentes protestos no Brasil!
É interessante como estão todos sem saber o que aconteceu e fazendo suposições as mais variadas, a maioria delas sem fundamento empírico.

Estrangeiros perguntam a jornalistas brasileiros: mas vocês não gostavam tanto de futebol ? Por que estão contra a copa? !
E o pior é que o jornalista não consegue responder!
E a resposta é tão simples!
- Quem disse que deixamos de gostar de futebol?  Nada a ver...
Continuamos a gostar muito de futebol e a querer a Copa aqui no Brasil, o que os brasileiros não querem são pessoas enriquecendo ilicitamente com a Copa.

Mas, isso, é coisa de estrangeiros que pouco sabem de Brasil, o cenário do drama é mais complexo.


UM RETROSPECTO HISTÓRICO

Antes de começar a exposição vamos relembrar o que aconteceu em Novembro de 2011 quando da invasão da Reitoria da USP em São Paulo e outras cidades do interior.
A invasão foi efetuada por alunos da área de humanas da USP, em especial dos cursos de filosofia, história, geografia e sociologia.
Essa introdução vai servir para que possamos ver como os invasores da USP tem o mesmo aspecto e modo de ação dos manifestantes encapuzados que praticaram ataques contra instituições públicas em São Paulo e por todo o Brasil nas recentes manifestações e protestos de Junho de 2013.


video
Arrombamento da porta da Reitoria da USP

video
 Invasão da Reitoria da USP pelos encapuzados.
São os mesmos encapuzados dos recentes protestos em SP

video
 O estado lamentável que ficou a Reitoria da USP após a invasão

FOTOS DE ALUNOS DA USP EM AÇÃO



Quanto as causas dos protestos e em especial quanto as causas da violência contra as intituições públicas.

As universidades públicas brasileiras da área de humanas a muitas décadas (desde o pós-guerra) estão amplamente dominadas por "intelectuais" marxistas aplicando doutrinação ideológica em sala de aula, essa ação gerou milhares de "filhos" pelo Brasil, as provas desse fato eu já apresentei em diversos textos, quem quiser verificar a enorme atuação marxista nessa área no Brasil pode colocar no Google as seguintes palavras chave: Marx palestra OR estudos OR simpósio OR "tese de mestrado" OR "tese de doutorado", milhões de links aparecerão!

Professores marxistas em ação nas escolas brasileiras




Já existem a anos professores de história, geografia, sociologia, pedagogia, artes, formados nas universidades sob a doutrinação marxista, dando aulas no ensino fundamental e médio e usando a ideologia como método de ensino, na matéria História o "materialismo histórico" marxista é unânime.
Isso é o "marxismo cultural"l, essa é a "praxis" marxista que age de forma camuflada, sem nunca mostrar a verdadeira cara, sem nunca se declarar marxista, mas, é marxista até o último fio de cabelo.
Existe uma imensa gama de jovens e adultos que foram educados nesse sistema ideológico marxista.

Na política brasileira já não existe "direita", nem mesmo "centro", só existem uma infinidade de partidos de esquerda.
Isso levou o Brasil a ter seu poder político amplamento dominado por socialistas e comunistas.

Os partidos de esquerda brasileiros depois que assumiram o poder mudaram suas origens.
Porém, os filhos do marxismo na educação não mudaram, e continuam a atuar maciçamente no ensino fundamental, médio e superior - isso também deu origem, a já alguns anos, aos manifestantes revolucionários violentos que todo o Brasil viu atuar.

Quem são eles e o que os move?
Eles são estudantes de nível médio e universitários, eles possuem por natureza a "mente revolucionária" que desde Platão e posteriormente com Rousseau, existe na sociedade ocidental, e receberam em sala de aula a doutrinação marxista.

A doutrinação marxista nas escolas produziu dois tipos de gente que, inicialmente, foram nas manifestações:
1. os politicamente corretos com a cara pintada, ou com a máscara do V, ou que vestem roupa branca, ou tem flor na mão;
2. os revolucionários encapuzados que vão de mochila nas costas cheias de "armas".


O que move os politicamente corretos é a "colaboração", o "social", o "grupal' - um socialismo disfarçado de humanismo, mas eles não sabem disso.
O que move os revolucionários é o ódio irracional marxista contra a sociedade "burguesa", e eles querem fazer a revolução e acabar com o "capitalismo".
Prova disso existem várias nas revoltas que eles já provocaram dentro do campus universitário, como a ocupação da Reitoria da USP em SP em Novembro de 2011.

Nos protestos recentes vou mostrar uma prova, a que aparece na matéria (vídeo) da TV Folha sobre os acontecimentos do dia 13/6 quando a sua jornalista Giulliana foi ferida no olho, onde no final aparece um encapuzado pichando a vitrine de uma loja, ele escreve: MORTE AO CAPITALISMO, e um outro diz tamvém - "morte ao capitalismo!". E é isso que eles buscam.


video
MORTE AO CAPITALISMO


Tais jovens não escreveram o que carregam por vontade própria, essas idéias foram colocadas na cabeça deles em sala de aula por "professores" marxistas.
O termo "fascista" é um xingamento muito usado por marxistas e anarquistas, a maioria não sabe nem o significado nem por que chamam os outros de fascistas!
A título de informação, esse xingamento teve origem a bastante tempo, vem da Guerra Civil Espanhola de 1935-39, quando marxistas e anarquistas foram derrotados pelos nacionalistas espanhóis, classificados pelos derrotados como "fascistas".
No Brasil existem 20 milhões de empreendedores que abriram empresas para trabalhar nelas e gerar progresso para a nação, criaram milhões de empregos - pensar que tais empresários não dão valor a vida é irracional... apenas uma ideologia dominada pelo ódio invejoso contra os bem sucedidos poderia colocar na cabeça de jovens o que está escrito no cataz.


MPL - MOVIMENTO PASSE LIVRE

O Movimento Passe Libre (MPL) paulista, pivô inicial dos acontecimentos, tem como líderes estudantes e professores da área de humanas que foram doutrinados em sala de aula pelo marxismo, eles, desde a fundação no Forum Social Mundial de 2005 em Porto Alegre, sempre estiveram ao lado dos partidos socialistas mais radicais do Brasil, o PSOL, o PSTU, o PCO.

MPL - 2007
https://www.youtube.com/watch?v=yl2UAhXGhZE
https://www.youtube.com/watch?v=Z0psOvk2DlE

O MPL é um persistente instrumento de subversão da ordem pública criado e alimentado pelo marxismo a já oito anos, como fachada tem uma causa justa, o transporte público.
Porém,  a real intenção dos "intelectuais" marxistas que o criaram é a violência que vimos em Junho/2013 usando para isso os estudantes revolucionarios encapuzados também criados por eles, ao Brasil em Junho de 2013 foi apresentada a violência revolucionária marxista.

Os protestos do MPL paulista começaram no dia 3/6.
O MPL a anos tem Facebook e tenta sensibilizar as redes sociais sem sucesso, e também não conseguiu sensibilizar ninguém nos protestos recentes.

Nas passeatas comandadas pelo MPL em SP que começaram no dia 3/6 sempre existiu uma composição padrão:
os manifestantes variavam entre 3 mil a 5 mil, divididos em dois grupos, os que iam atrás eram os politicamente corretos citados acima, um grupo em geral maior, eles seguiam o grupo da frente, formado pelos líderes do MPL e pelos revolucionários encapuzados, eram estes que determinavam o trajeto e os órgãos públicos a que queriam chegar.
Todos eles se conhecem e sabem muito bem quem são e o que defendem.

Protesto inicial do MPL no dia 3/6
Os "revolucionários" encapuzados - semre a frente nas manifestações, junto aos líderes do MPL

As manifestações, por razões óbvias, inicialmente eram pacíficas (com exceção a do dia 13/6), pois os líderes da manifestação tinham uma meta, chegarem a um objetivo, por exemplo a Av Paulista, a Prefeitura ou o Palácio dos Bandeirantes, quando chegavam nos objetivos as hostilidades contra a polícia que guardava o local e contra o local começavam, essa ação ficou evidente no ataque a Assembléia Legislativa do Rio, ao ataque ao Itamarati, a PM de SP e a tentativa de invasão do Palácio do Bandeirantes, onde a polícia apenas guardou os locais e os revolucionários encapuzados partiram para as hostilidades e agressão contra a polícia e contra a instituição pública.

video
Ataque a ALERJ no Rio de Janeiro

Quando ouvimos os gritos "sem violência" - são os inocentes "politicamente corretos" que estão gritando; quando ouvimos gritos de guerra e esplosões - são os estudantes revolucionários marxistas atacando.
Ambos sofreram lavagem cerebral en sala de aula e agem sem realmente saberem o motivo real de estarem assim agindo...


video
Ataque ao Itamaraty em Brasília

video
Ataque a PM de SP

video
Tentativa de invasão do Palácio dos Bandeirantes em SP

Sabendo que isso que foi mostrado nos vídeos acima aconteceu, alguém precisa ser muito cara de pau para dizer que a violência aconteceu por causa da polícia!
Os fatos refutam essa mentira.


Um acontecimento fortuito mudou a trajetória inicial das manifestações em Junho de 2013

As passeatas do MPL desde o dia 3/6 até o dia 13/6 não levavam ninguém mais as ruas... porém, no dia 13/6 aconteceu o fato que mudou por completo o destino dos acontecimentos.

A manifestação iniciou em frente ao Teatro Municipal de São Paulo, no trajeto para chegar a Av Paulista os manifestantres desrespeitaram acordos feitos com a polícia e iniaram as hostilidades uma vez que a polícia tentava impedir que chegassem a Av Paulista.

video
Jornal Nacional do dia 13/6, acordo não cumprido pelos manifestantes.
Podemos ver ao final do vídeo um dos encapuzados revolucionários,
quem lembrar da invasão da USP vai notar a semelhança.

Foi nesse trajeto tumultuado que aconteceu o fato que mudou os acontecimentos - uma jornalista da TV Folha foi atingida no olho por uma bala de borracha, a imagem dela sentada ensanguentada na rua e depois na cama do hospital foram chocantes, a imprensa se revoltou contra a polícia, essa gritaria da imprensa e a imagem da jornalista na cama do hospital sensibilizaram as redes sociais - no dia seguinte, 14/6, 55 mil pessoas saíram as ruas!

video
"filha da puta" ... "a Giu levou um tiro no olho"

Essa foto comoveu as redes sociais e fez com que 
milhares de pessoas fossem as ruas no dia seguinte,
não por causa do aumento das passagens,
foram as ruas para protestar contra a violência da polícia.

A Giu falando no hospital, isso levou o pessoal do Facebook as ruas.

Os milhares das redes sociais foram as ruas contra a violência da polícia e não contra o aumento de 20 centavos das passagens, mas, chegando lá foram contagiados e passaram a protestar contra tudo, e algo inusitado aconteceu!
A coisa fugiu ao controle do MPL, alastrou-se a nível nacional e foi estourar em Brasília!
Algo inesperado e fora do planejado!
Então, todo o clamor nacional foi em função de um acidente!
Sem dúvida alguma, apesar dos acontecimentos terem sido em função de um acidente, já existia uma predesposição da população brasileira contra os desmandos de todos os governos. independe de qual partido político esteja no poder, já de a muito tempo.

Nos dias subsequentes, com a polícia amordaçada e acuada o que a população brasileira viu na TV, alem das massas "indignadas" contra o governo nas ruas, foram cenas de extrema violência jamais vistas nos últimos tempos no Brasil!

Quem as praticavam?
- Não eram "minorias", não eram "vândalos" como a imprensa disse... eram os revolucionários encapuzados marxistas que sempre estiveram presentes junto com o MPL, os líderes do MPL podiam estar falando dos transportes, mas os encapuzados ao lado deles não - eles não estavam protestando contra o aumento das passagens, tal coisa não justificaria tamanha violência!

Eis a prova disso!

Eles estavam fazendo "a revolução" marxista, e a revolução marxista é extremamente violenta e irracional como o Brasil pode ver.
O ódio irracional contra a sociedade livre os move, e eles querem destruir tudo nessa sociedade, por isso depredam tudo.
Karl Marx descreveu no Manifesto Comunista de 1848 esse anseio pela violência revolucionária.

Karl Marx na sua "Mensagem da Diretoria a Liga dos Comunistas" de 1850 disse o seguinte aos seguidores: 

"Longe de opor-se aos chamados excessos, aos exemplos de vingança popular sobre indivíduos odiados ou edifícios públicos aos quais só se ligam recordações odiosas, não só há que tolerar estes exemplos mas tomar em mão a sua própria direcção."
Fonte: http://www.marxists.org/portugues/marx/1850/03/mensagem-liga.htm

É o que os universitários marxistas estavam fazendo...

Estes revolucionários tem a mesma cabeça dos que inflamaram a Europa em 1848, são as mesmas cabeças que causaram a Guerra Civil Espanhola em 1935 com 700 mil mortes.
Eles sempre foram minoria no mundo... mas o que os move é muito forte, eles jamais desistem, são persistentes, Castro e Guevara tomaram o poder em Cuba com um pequeno grupo e sem nenhum apoio popular!
No Brasil a muito tempo eles tentam tomar o poder, jamais tiveram o apoio popular, agora dominam o Brasil por razões políticas que não vamos aqui abordar.

Porém... e isso é de primordial importância - os socialistas e comunistas que dominam o Brasil não tem nada em comum com os revolucionários encapuzados que fizeram a recente violência revolucionária por todo o Brasil!
Os encapuzados criaram "vida própria" e odeiam partidos políticos, o que os move é apenas a revolução e a destruição da sociedade "burguesa" capitalista.


Essa ação ideológica em cima dos jovens não é praticada apenas no Brasil, ela é praticada em toda a sociedade ocidental

OCCUPY


UMA CENA  ESCLARECEDORA...

Para aqueles que não entenderam com o que estamos lidando vou colocar o vídeo a seguir - na cena tem uma energia - é a energia revolucionária, é uma força irracional e covarde, que só age em grupos, que toma a mente revolucionária e a domina de uma forma total, a "glória" revolucionária é um orgasmo mental, a visão da possibilidade de ser um "transformador do mundo" ocupa a mente do revolucionário como o ópio ocupa a mente do drogado. 
Quem achar que tais jovens são "vândalos" como a midia alienada está dizendo ... ignora a realidade histórica da humanidade a partir do século XVIII.
E podem ter certeza absoluta, por trás deles estão os "intelectuais" marxistas e partidos políticos marxistas como PSOL, PCO, PSTU, PC do B, etc.
Aqueles que possuem bom senso, aqueles que conhecem as desgraças que essa força já causou a humanidade, se previnem contra sua ação destruidora e covarde, os brasileiros deveriam também se preocupar com eles... pois eles agora acham que podem conseguir fazer "a revolução" - e não vão parar.

video

Imagens feitas dia 17/06/2013 por volta das 23h 
em frente do Palácio dos Bandeirantes em São Paulo


Muito bem, mas tem um outro ponto de fundamental importância.

Os acontecimentos de Junho de 2013 no Brasil foram executados PELA CLASSE MÉDIA BRASILEIRA!
A classe C brasileira, ou os mais pobres, NÃO PARTICIPARAM!

Inicialmente as manifestações foram feitas pelo pessoal do MPL - a maioria estudantes do ensino médio e universitários da área de humanas oriundos da classe média, estudantes pobres, salvo raras exceções, não se preocupam com ideologia, querem acabar logo a faculdade, em geral da área tecnológica, e irem trabalhar para ganhar um bom salário e mudar de vida.

Os milhares que depois de dia 13/6 foram as ruas também são da classe média, são do Facebook, do Tweter, gente muito enfluenciada pelo politicamente correto dominante na midia, com "solidariedade", "contra a violência", com a "salvação do planeta", etc.
Foram eles que engrossaram as manifestações e foram atrás dos encapuzados revolucionários.
A classe C participou muito pouco disso.
A classe C não participou dessa utopia revolucionária que dominou a cabeça dos jovens filhos da "burguesia" brasileira.

Então, os "proletários" NÃO PARTICIPARAM dessa "revolução do proletariado" ensaiada pelos jovens estudantes revolucionários marxistas... eles estão fazendo a tal "revolução" sem a participação dos "proletários"    ... mas, com a participação da "burguesia" facebookeana!

Foi um ensaio de "revolução do proletariado" feita com o apoio e ação dos "pequenos burgueses" brasileiros!



***


No YOUTUBE:


Parte 1 de 2

http://www.youtube.com/watch?v=KE-gDvZyOzE&feature=youtu.be

Parte 2 de 2
http://www.youtube.com/watch?v=rR5Th0Vtqkc&feature=youtu.be



***